É no que me faz pensar este parágrafo do psiquiatra alemão Ernst Kretschmer (em Psyque and Character, creio que escrito originalmente em 1921) sobre Luis II, o Rei Louco da Baviera:
One need only imagine the licentious cruelties, which Ludwig II of Bavaria has written down in dreamy desire in his diary, transferred in reality to a slightly more active nature, in a despotically governed state, to obtain some conjectural insight into much that happened in actual fact, in earlier centuries, through the activities of semi-psychopathic emperors.
2 comments:
Caramba, mas são tão diferentes!
Um era sofisticado, elitista e pouco carismático, o outro era um bruto com talento para "mexer com as massas".
Um era belicista e agressivo, preferindo o suicídio à capitulação; o outro foi visto como "traidor" por muito do seu povo pela facilidade com que "capitulou" (talvez houvesse injustiça nesta avaliação, mas ainda assim..).
E mesmo o gostar de Wagner não é dizer muito: muitas pessoas gostam, e mais ainda na Alemanha (e mais ainda na Baviera?). Mas é diferente ser um fã ou ser um amigo de Wagner como era o caso de Ludwig II.
Resta a semelhança da origem e na falta de saúde mental...
"a slightly more active nature"...
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