Tuesday, December 11, 2007
Praia da Rocha
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Miguel Madeira
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Monday, December 10, 2007
Saturday, December 08, 2007
LABOUR SOLIDARITY - ONE MORE DAY - ANOTHER CALL FOR STRIKING RUSSIAN FORD WORKERS
Since last week the online labour solidarity site Labour Start has been calling for solidarity messages from the world community to pressure the bosses both corporate and government to accede to the demands of striking workers at a Ford plant outside of St. Petersburg for decent wages and working conditions (see previous story here at Molly's Blog). The Russian workers are now calling for further solidarity. Their strike fund is running low, and they need donations to keep on struggling. What follows is the appeal from Labour Start for their case. You can donate by credit card. If the embedded link for the campaign doesn't work please go to the Labour Start home site (http://www.labourstart.org ).
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Miguel Madeira
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The Historical Origins of Africa’s Underdevelopment
In a recent paper, I explore empirically whether these detrimental effects of the slave trades can explain part of Africa's current underdevelopment.1 I do this by first constructing estimates of the number of slaves taken from each country in Africa between 1400 and 1900. The estimates are constructed by combining data of the number of slaves shipped from each African port or region with data from historical documents reporting the ethnic identities of slaves taken from Africa.
An alternative explanation for the relationship is that the parts of Africa from which the largest number of slaves were taken were initially the most underdeveloped. Today, because these characteristics persist, these parts of Africa continue to be underdeveloped and poor. My research examines this alternative hypothesis by testing whether it was in fact the initially least developed parts of Africa that engaged most heavily in the slave trades. I find that the data and the historical evidence suggest that, if anything, it was the parts of Africa that were initially the most developed, not least developed, that supplied the largest number of slaves. (...)
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Superstars and "talent"
Start from the premise that talent is initially unknown, and can only be revealed by working with expensive equipment. So, for example, we can only find out if a manager is any good if he's in charge of a big venture, or if an actor has box office appeal if he's in a mega-costly film. It is, therefore, very expensive to learn who's got talent and who hasn't.
What's more, people with talent cannot offer to share this cost with employers, either because of lack of cash or risk aversion: people don't pay for the chance to become bosses or film stars.
In these conditions, what's scarce isn't talent, but revealed talent. There might be loads of people with the ability to be film stars or bosses, but only a handful get the chance to show what they can do. Marg Helgenberger gets big money not (just) because she's a better, more popular or more beautiful actress than others, but because she's a proven quantity.
(...)
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Ending de Arms Race
(...)
a number of arms race-type behaviours cause us to work and spend more than we'd like, just to keep up with others; this is a red queen effect. For example:
1. If one person works long hours in order to signal his commitment to his firm, in the hope of winning promotion, others hoping for promotion work long hours too, thus diluting the signal of commitment. The result is that everyone works longer than they'd otherwise like, for little purpose.
2. If others buy big 4X4s, we do too (pdf), to avoid being killed when one of them hits us.
3. Some goods - smart suits, bling, flash cars, expensively enhanced girlfriends - are status symbols. If our comparators buy them, we have to too.
These mechanisms can lead individually rational people to work harder and spend more than they'd like. The upshot is a society which is rich in aggregate, but unhappy.
What's the solution? Here, Maddy leaps to quickly to the need for state intervention. An alternative is a campaign of persuasion, to change people's perceived costs and benefits. We could point out that becoming boss or partner is no mark of excellence, but merely of the ability to jump through hoops like a trained dog. Being boss doesn't make you much happier, but merely exchanges one set of hassles for another. The good opinion of other people just doesn't matter. And there are satisfying alternatives to the scrabble to get ahead: quiet contemplation or the pursuit of excellence (or mere competence) in music or the arts. Those of us who have downshifted are generally happier out of the rat race. And then the media could counter the pretence that mere trinkets and baubles of frivolous utility are the secret of happiness.
(...)
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Friday, December 07, 2007
Mais uns textos sobre a Venezuela
E, numa posição de "sinal contrário" ao texto anterior, A Revolução Venezuelana e o papel dos "esquerdistas", de Rui Faustino
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Thursday, December 06, 2007
"Vingança d’Ouro"
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23:54
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Como se faz aquilo do "Ler mais" no Blogger?
O método que eu uso - por exemplo, aqui - é este (depois de, no CSS, ter feito apenas as alterações que, na explicação, estão entre "CSS condicional" e "Links Leia mais" - isto é, alterei apenas o "style", mas não o "BlogItemBody"):
No entanto, penso que deve haver um método melhor, até porque este implica publicar o post antes e depois alterá-lo (para pôr o URL do post no sitio onde, no exemplo está "http://ventosueste.blogspot.com/2007/10/isto-apenas-uma-experiencia.html").
Note-se que o este método funciona como o Weblog - clicar no "Ver tudo" o que faz é abrir o URL dopost em questão, que aí se vê todo; pelo que vejo, na maioria dos blogs do Blogger o sistema é expandir o post, mas continuando a ver-se os outros posts.
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Tentativa de cronologia do debate à esquerda
Matamos os hérois, tudo bem. Mas, e os líderes, deixamo-os a andar por aí? (Zero de Conduta)
> Chavez não é a minha via (Peão)
>> A democracia, tipologia de uma história? (Zero de Conduta)
>>> Idealizar a democracia? Vamos a isso (Peão)
>>>> Os acessores do Ministério (Zero de Conduta)
O público, o privado e o comum (Zero de Conduta)
>Bens comuns (Ladrões de Bicicletas)
>> O outro movimento operário (Spectrum)
>>> O outro debate politico (Zero de Conduta)
>>>> Debate? (Peão)
>>>>> Será o debate exequível? (Peão)
>> O post mais longo na história do ZdC, na esperança de noticias sobre uma greve geral que vai de Pequim ao Vale do Ave (Zero de Conduta)
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13:28
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Debates à esquerda e à direita
À esquerda, temos Zé Neves e Rick Dangerous "contra" (por assim dizer) João Rodrigues e Hugo Mendes (concordo mais com os primeiros).
À direita, Tiago Mendes e Carlos Abreu Amorim "contra" grande parte da Atlantico e d'O Insurgente.
O debate à direita tem tido mais sangue, mas o da esquerda acho que mais substância (mas pronto, eu sou suspeito).
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É possivel defender o direito a fazer algo que se é contra?
Por exemplo, eu tenho uma profunda aversão a piercings faciais mas sou completamente a favor do direito a faze-los.
Mas vamos dividir isto em sub-hipoteses:
É possivel não gostar de piercings mas ser a favor do direito de os fazer?
Claro. É perfeitamente lógica a atitude de "quem gosta faz, quem não gosta não faz"
É possivel achar os piercings uma parvoíce mas ser a favor do direito de os fazer?
Claro; há uma importante diferença entre esta situação e a anterior (aqui, trata-se de um juizo intelectual, não estético, e estou a considerar a minha opção melhor que a dos outros) mas o resultado é o mesmo - eu posso perfeitamente achar que os outros têm todo o direito de fazer parvoices (como usar piercings).
É possivel achar os piercings imorais mas ser a favor do direito de os fazer?
Sim, já que é um facto que há montes de pessoas que defendem o direito a fazer coisas que reprovam moralmente (ocorre-me muitas situações em que defendo isso). No entanto, já não me parece uma atitude tão lógica (é por isso que a resposta não é "claro") - das duas uma: ou consideramos que usar piercings apenas diz respeito ao individuo que os usa, e aí, não vejo muito bem como é possivel fazer juizos normativos acerca do seu uso; ou consideramos que o uso de piercings diz respeito, não apenas a quem os usa, mas também à "sociedade", ou à familia, ou à escola, ou a Deus, ou lá o que fôr, e os argumentos a favor do direito de cada um livremente usar ou não piercings ficam muito enfraquecidos (continuam a existir, mas muito mais fracos).
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Wednesday, December 05, 2007
Venezuela e democracia (reloaded)
Recorde-se que toda a discussão acerca do que é uma "verdadeira democracia" resulta da constatação que haver eleições (mesmo que formalmente competitivas) não é suficiente para considerar um regime como democrático - afinal, um regime pode ter um tal grau de controle social e/ou sobre a contagem dos votos que torne virtualmente impossivel a sua derrota eleitoral (o que significa que, na prática, não há a tal possibilidade de os governados substituirem pacificamente os governantes).
Como avaliar se essa situação existe? É impossivel afirmar taxativamente que a "democracia é fachada" num dado país, mas há um teste que, em principio, comprova que não o é - a oposição ganhar, realmente, votações.
Assim, podemos adoptar uma definição "minimalista" de democracia, com duas condições:
- os governantes serem, formalmente, escolhidos pelos governados; e
- haver possibilidade efectiva do governo perder eleições
E é aí que há a diferença face a Pinochet (ou mesmo aos militares pro-PCP de 1975) - os primeiros não tinham sido eleitos à partida (a condição fundamental, ainda que não suficiente, para podermos falar de "democracia")
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23:10
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2 anos
Uma pequena selecção de alguns posts publicados no último ano:
- A série sobre os resultados dos exames do secundário
- Ainda a propósito de televisão - as minhas séries televisivas favoritas dos tempos da infância e adolescência (cuidado que são vinte e tal videos do youtube)
- Comunismo de Conselhos (I) e (II)
- "Chinatown"
- Re: Pequeno esclarecimento - uma teoria minha sobre a relação entre socialismo, liberalismo e fascismo
- Sobre o anarquismo de esquerda
- Taxa plana, taxa óptima? e Taxa plana, taxa óptima? (II)
- "Alunos escolhem mais com o coração do que com a cabeça"
- Mudem vocês o vosso horário e Mapa horário - sobre mudarmos o horário para uma hora mais "europeia"
- O futuro do Kosovo e o futuro do Kosovo (II)
- Milagre Chileno?, Milagre Chileno (II), (III) e (IV) - estes são de 2006, mas se contarmos a partir de 5 de Dezembro já são deste ano.
Já agora, olhando para os links que este blogue tem recebido, ocorreu-me uma coisa: não seria uma boa ideia se o André Azevedo Alves, o Daniel Oliveira e o Tiago Mendes decidissem fazer um blogue conjunto os 3?
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Miguel Madeira
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18:14
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Constatação
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Retirei o post anterior, já que deixou de se justificar
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Miguel Madeira
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